Grupos de Vida: 23 a 29 de AGOSTO

 

Grupos de Vida   

23 a 29 de Agosto

 

O FOGO DE DEUS

           

             Quando reconhecemos que servir a Deus é importante e nos disponibilizamos para isso, é porque Deus já tocou os nossos corações. No entanto, isto não é tudo, pois há uma outra questão que se coloca: de que maneira iremos serví-lo? Em outras palavras, faremos as coisas à nossa maneira ou à maneira de Deus?

 

            Quando tentamos fazer as coisas à nossa própria maneira, rapidamente encontramos frustração. Mesmo sabendo disso, é verdade que em muitas situações não temos paciência para esperar o tempo e o modo de Deus. No caso de Moisés, o seu currículo tornou-se em uma armadilha para ele, pois fez com que ele confiasse em si mesmo e não dependesse de Deus. Em Actos 7:22 está escrito: “E Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavras e obras”. Sendo assim, quando ele reconheceu a necessidade de libertar o seu povo do Egipto, ele tentou fazê-lo à sua própria maneira. E qual foi o resultado? Fracasso e deserto!

 

            Você está a servir a Deus com o fogo de Deus ou com o seu próprio fogo? Moisés tentou libertar o povo como o “fogo” do seu entusiasmo e não obteve êxito. Ele precisava do deserto. Só o tratamento do deserto tem poder para fazer com que um homem forte reconheça que necessita desesperadamente de Deus.

 

            Nós precisamos do fogo de Deus em nossas vidas. Quando reconhecermos a fraqueza e a insignificância do nosso próprio fogo, valorizaremos mais o fogo de Deus. Deus queria que Moisés libertasse o povo do Egipto, mas ele teria que ir com o fogo de Deus e não com o seu próprio fogo.

 

            “Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia” (Êxodo 3:2).

 

            Quarenta anos depois do fracasso de Moisés, Deus mostrou-lhe uma sarça-ardente e o enviou de volta ao Egipto para realizar sua grandiosa missão: libertar todos os escravos. Depois do deserto, e com a visão da sarça-ardente, Moisés estava em condições de compreender que não poderia realizar a missão em sua própria força.

 

            A mensagem da sarça-ardente nos faz lembrar que o fogo divino deve estar a arder continuamente em nossos corações enquanto servimos a Deus. É um fogo que queima mas não nos consome. É o fogo de Deus! Nós sentimos que ele está a queimar dentro de nós. Sentimos que ele nos santifica e nos conduz a servir a Deus em Sua completa dependência.

 

 

 

(Autor: Pr. Sidson Novais)

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